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	<title>Fronteiras do Desconhecido</title>
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	<description>- Hugo Ascenção -</description>
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		<title>Fronteiras do Desconhecido</title>
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		<title>Estrada no Deserto leva a descoberta do Egipto</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 11:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hascencao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Egipto]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Recentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Arqueólogos encontraram extensas ruínas de uma povoação &#8211; aparentemente um centro administrativo, económico e militar &#8211; que floresceu há mais de 3.500 anos no deserto do oeste, 180 quilômetros a oeste de Luxor e 480 quilômetros ao sul de Cairo. Ao longo das duas últimas décadas, John Coleman Darnell e a sua esposa, Deborah, caminharam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=641&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Arqueólogos encontraram extensas ruínas de uma povoação &#8211; aparentemente um centro administrativo, económico e militar &#8211; que floresceu há mais de 3.500 anos no deserto do oeste, 180 quilômetros a oeste de Luxor e 480 quilômetros ao sul de Cairo.</em></strong></p>
<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/60393_158888344124984_100000114583014_541739_4974407_a.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-642" title="60393_158888344124984_100000114583014_541739_4974407_a" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/60393_158888344124984_100000114583014_541739_4974407_a.jpg?w=645" alt=""   /></a>Ao longo das duas últimas décadas, John Coleman Darnell e a sua esposa, Deborah, caminharam e deslocaram-se por trilhas de caravanas a oeste do Nilo, partindo dos monumentos de Tebas &#8211; cidade hoje chamada de Luxor.</p>
<p>Essas e outras estradas desoladas, castigadas pelo tráfego milenar de humanos e burros, pareciam levar a lugar nenhum.</p>
<p>Fazendo o que eles chamam de arqueologia de estradas desertas, os Darnells encontraram porcelanas e ruínas em locais onde soldados, mercadores e outros viajantes acamparam na época dos faraós.</p>
<p>Num penhasco de calcário com uma encruzilhada, eles se depararam com um quadro de cenas e símbolos, algumas das mais antigas documentações da história egípcia.</p>
<p>Em outro local, eles encontraram inscrições consideradas os primeiros exemplos da escrita alfabética.</p>
<p>As explorações da Pesquisa das Estradas Desertas de Tebas, um projeto da Universidade Yale conduzido pelos Darnells, atraiu atenção à antes subestimada importância das rotas de caravanas e povoações em oásis da antiguidade egípcia.</p>
<p>Duas semanas atrás, o governo do Egito anunciou o que pode ser a descoberta mais espetacular da pesquisa.</p>
<p>Zahi Hawass, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, afirmou que os arqueólogos encontraram extensas ruínas de uma povoação &#8211; aparentemente um centro administrativo, económico e militar &#8211; que floresceu há mais de 3.500 anos no deserto do oeste, 180 quilômetros a oeste de Luxor e 480 quilômetros ao sul de Cairo.</p>
<p>Numa época tão antiga, nenhum centro urbano como esse jamais foi encontrado no inóspito deserto.</p>
<p>John Darnell, professor de egiptologia em Yale, disse numa entrevista na semana passada que a descoberta poderia reescrever a história de um período pouco conhecido do passado egípcio e do papel desempenhado pelos oásis, aquelas ilhas de plantas e palmeiras e fertilidade, no renascimento da civilização depois de uma crise negra.</p>
<p>Outros arqueólogos não envolvidos na pesquisa afirmaram que as descobertas eram impressionantes e que, assim que for publicado um relato mais detalhado e formal, elas certamente agitarão o mundo acadêmico.</p>
<p>O sítio de quase 1000 quilômetros quadrados fica no oásis de Kharga, uma faixa de áreas bem irrigadas numa depressão norte-sul com 100 quilômetros de extensão, no planalto de calcário que se espalha pelo deserto.</p>
<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/47829_158888627458289_100000114583014_541742_5072370_n.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-643" title="47829_158888627458289_100000114583014_541742_5072370_n" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/47829_158888627458289_100000114583014_541742_5072370_n.jpg?w=300&#038;h=228" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
<p>O oásis fica ao final da antiga Estrada Girga de Tebas e em sua interseção com outras estradas do norte e do sul.</p>
<p>Uma década atrás, nesse oásis, os Darnells identificaram pistas de um assentamento da época do domínio persa, no século VI a.C., como nos arredores de um templo.</p>
<p>&#8220;Não haveria um templo aqui se esta região não possuísse alguma importância estratégica&#8221;, disse Deborah Darnell, também especialista em egiptologia, numa entrevista.</p>
<p>Então ela começou a coletar peças de porcelana anteriores ao templo.</p>
<p>Algumas cerâmicas eram importadas do Vale do Nilo ou até de Nubia, no sul do Egito, mas muitas eram produtos locais.</p>
<p>Evidências de uma &#8220;produção de cerâmica em larga escala&#8221;, apontou Darnell, &#8220;é algo que você não encontraria a menos que aqui houvesse um assentamento com uma população permanente, e não apenas sazonal ou temporária&#8221;.</p>
<p>Foi em 2005 que os Darnells e sua equipe começaram a coletar as evidências que os levariam a uma importante descoberta: ruínas de muros de tijolos, pedras amoladoras, fornos com montes de cinzas e moldes de pão quebrados.</p>
<p>Descrevendo a meia tonelada de artefatos de padaria coletada, além de sinais de uma guarnição militar, John Darnell disse que a povoação estava &#8220;assando pão suficiente para alimentar um exército, literalmente&#8221;.</p>
<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/59533_158889747458177_100000114583014_541748_1934869_n.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-644" title="59533_158889747458177_100000114583014_541748_1934869_n" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/59533_158889747458177_100000114583014_541748_1934869_n.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a> Isso inspirou o nome do sítio, Umm Mawagir.</p>
<p>A frase em árabe significa &#8220;mãe dos moldes de pão&#8221;.</p>
<p>Além disso, segundo Darnell, a equipe encontrou restos que seriam  possivelmente um prédio administrativo, silos de grãos, salas de  armazenamento, oficinas de artesãos e as fundações de muitas  estruturas não identificadas.</p>
<p>Presume-se que os habitantes, provavelmente alguns milhares de  pessoas, cultivavam seus próprios grãos, e a variedade de porcelanas  confirmou relações comerciais ao longo de uma ampla região.</p>
<p>O apogeu de Umm Mawagir aparentemente se estendeu de 1.650 a 1.550 a.C., quase mil anos antes de qualquer grande ocupação conhecida no oásis de Kharga.</p>
<p>&#8220;Agora sabemos que existe algo grande em Kharga, e isso é muito instigante&#8221;, disse Darnell.</p>
<p>&#8220;O deserto não era uma terra de ninguém, não era o oeste selvagem.</p>
<p>Era selvagem, mas não desorganizado.</p>
<p>Se você quisesse se envolver com o comércio no deserto do oeste, era preciso lidar com o povo do oásis de Kharga&#8221;.</p>
<p>Encontrar uma comunidade aparentemente robusta como centro de atividade de grandes rotas de caravanas, segundo Darnell, deve &#8220;nos ajudar a reconstruir uma imagem mais elaborada e detalhada do Egito durante um período intermediário&#8221; &#8211; após o chamado Império Médio e logo antes do surgimento do Império Novo.</p>
<p>Nessa época, o Egito estava em meio ao caos.</p>
<p>Os invasores hicsos, do sudoeste da Ásia, controlavam o Delta do Nilo e grande parte do norte, e um rico império núbio em Kerma, no Nilo Superior, invadia a partir do sul.</p>
<p>Encurralados no meio, os governantes de Tebas lutaram para se manter e, eventualmente, vencer.</p>
<p>Eles foram sucedidos por alguns dos faraós mais celebrados do Egito, notáveis como Hatshepsut, Amenhotep III e Ramsés II.</p>
<p>A nova pesquisa, segundo Darnell, &#8220;explica completamente a ascensão e importância de Tebas&#8221;.</p>
<p>Dali os governantes comandavam a rota mais curta do oeste do Nilo a oásis no deserto, além da estrada oriental mais curta ao Mar Vermelho.</p>
<p>Inscrições de cerca de 2.000 a.C. mostram que um governante de Tebas, provavelmente Mentuhotep II, incorporou tanto a região do oásis ocidental quando o norte de Nubia.</p>
<p>À medida que avançam as investigações em Umm Mawagir, disse Darnell, acadêmicos poderão enxergar o deserto como um tipo de quarto poder, além dos hicsos, núbios e tebanos, na equação política daqueles tempos incertos.</p>
<p>Talvez, o controle das estradas do deserto, aliado às comunidades ativas dos oásis, permitiu que os tebanos desenvolvessem uma superioridade na luta para controlar o futuro do Egito.</p>
<p>De qualquer maneira, as ruínas da encruzilhada no deserto são outra maravilha do mundo antigo.</p>
<p>&#8220;As pessoas sempre se maravilham com os grandes monumentos do Vale do Nilo e as incríveis façanhas arquitetônicas vistas ali&#8221;, disse Darnell na revista dos estudantes de Yale.</p>
<p>&#8220;Mas acho que todos deveriam perceber como foi muito mais trabalhoso desenvolver o oásis de Kharga num dos desertos mais áridos da Terra&#8221;.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/641/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=641&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Descoberta a Igreja Cristã mais antiga!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:05:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias Recentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo especialistas, as igrejas mais antigas conhecidas datam do século 3 da era cristã. O local é uma caverna subterrânea datada do período entre 33 d.C. e 70 d.C. encontrada embaixo da Igreja de São Jorge, na cidade de Rihab, no norte da Jordânia. Os primeiros cristãos teriam fugido para a região depois de sofrer [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=637&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/41267_156914577655694_100000114583014_530245_7121934_a.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-639" title="41267_156914577655694_100000114583014_530245_7121934_a" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/09/41267_156914577655694_100000114583014_530245_7121934_a.jpg?w=645" alt=""   /></a></p>
<p>Segundo especialistas, as igrejas mais antigas conhecidas datam do século 3 da era cristã.</p>
<p>O local é uma caverna subterrânea datada do período entre 33 d.C. e 70 d.C. encontrada embaixo da Igreja de São Jorge, na cidade de Rihab, no norte da Jordânia.</p>
<p>Os primeiros cristãos teriam fugido para a região depois de sofrer perseguição em Jerusalém. A igreja subterrânea seria um local de adoração e também a casa destes primeiros cristãos.</p>
<p>Segundo os arqueólogos, a caverna tem sinais claros de rituais realizados no início da era cristã.</p>
<p>diretor do Centro de Estudos Arqueológicos de Rihab, Abdul Qader Hussan, diz que a capela tinha cerca de 12 metros de comprimento e sete metros de largura.</p>
<p>A área de culto era circular, separada da área de estar. Também foi encontrado um túnel que leva a um reservatório de água.</p>
<p>“Descendo na caverna, em alguns degraus, é possível ver uma área de formato circular que seria a abside e vários bancos de pedra para os sacerdotes”, disse Hussan ao jornal The Jordan Times.</p>
<p>Uma inscrição no chão da igreja acima da caverna cita os “70 amados por Deus e o Divino”. Arqueólogos dizem acreditar que a frase se refere aos refugiados da perseguição religiosa em Jerusalém.</p>
<p>De acordo com os arqueólogos, eles teriam cultuado Jesus Cristo em segredo até o cristianismo ter sido adotado pelos romanos.</p>
<p>Hussan afirma que as escavações do túnel e do reservatório de água podem levar a equipe a descobrir mais vestígios sobre as vidas destes primeiros cristãos.</p>
<p>Segundo o jornal The Jordan Times, a própria Igreja de São Jorge é considerada como a mais antiga igreja do mundo, construída no ano de 230 da era cristã. Este status é desafiado apenas por uma igreja, descoberta em Aqaba em 1998, que também data do século 3.</p>
<p>Hussan afirmou ao jornal que descobertas no cemitério perto da caverna já dão pistas valiosas dos antigos moradores. “Descobrimos objetos de cerâmica que datam do século 3 ao século 7?, disse.</p>
<p>O vice-bispo da Arquidiocese Grega Ortodoxa, Archimandrite Nektarious, descreveu a caverna como “um importante marco para os cristãos de todo o mundo”.</p>
<p>Até o momento, de acordo com Hussan, 30 igrejas foram descobertas em Rihab. “Acredita-se também que Jesus Cristo e a Virgem Maria tenham passado por esta região”, acrescentou o arqueólogo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/637/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=637&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Arqueólogos descobrem estátua de Ptolomeu IV</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 10:26:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Egipto continua a presentear-nos com mais descobertas arqueológicas. Achados que ajudam a perceber o seu rico passado histórico e cultural. Agora, foi uma estátua referente ao faraó Ptolomeu IV, e ainda várias tumbas alusivas à época de Ramsés II, também um dos mais carismáticos líderes egípcios. Uma equipa formada por arqueólogos egípcios descobriu uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=632&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Egipto continua a presentear-nos com mais descobertas arqueológicas. Achados que ajudam a perceber o seu rico passado histórico e cultural. Agora, foi uma estátua referente ao faraó Ptolomeu IV, e ainda várias tumbas alusivas à época de Ramsés II, também um dos mais carismáticos líderes egípcios.</strong></p>
<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/08/arqueoplogos_egipto_772086771.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-633" title="arqueoplogos_egipto_772086771" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/08/arqueoplogos_egipto_772086771.jpg?w=300&#038;h=209" alt="" width="300" height="209" /></a> Uma equipa formada por arqueólogos egípcios descobriu uma estátua de grandes dimensões, pertencente ao III século antes de Cristo (a.C.), que representa o faraó Ptolomeu IV, e que governou o Egipto entre os anos 221 e 203 a.C..<br />
A descoberta foi anunciada no passado mês de Maio pelo ministro da Cultura daquele país africano, Faruk Hosni. A divulgação do achado foi feita no templo de Tabusiris Magna, zona comummente conhecida por Burg al Arab, 50 quilómetros a oeste de Alexandria, na mesma região onde, curiosamente, estão a ser procurados os túmulos da rainha Cleópatra e do general romano Marco António.<br />
Os arqueólogos encontraram ainda a entrada original do edifício, bem como as portas de pedra que determinam a localização desse acesso. O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawas, observou que a estátua, à qual faltava a cabeça, foi esculpida em granito e é uma das mais bem conservadas do período ptolemaico, que se situa entre os 350 e 30 anos a.C.. O responsável acrescentou ainda que a obra está esculpida em estilo tradicional e que nela se destaca o tronco nu e uma saia estriada.<br />
Hawas sublinhou também que, segundo um documento encontrado juntamente com a estátua, esta pertence ao reinado de Ptolomeu IV, que ordenou a reconstrução do templo.<br />
Ainda no contexto de novas descobertas por parte dos especialistas egípcios, realce para um túmulo que continha falcões mumificados com as cabeças viradas para o templo, o que dá indicações, de acordo com o secretário-geral, de existir um rei enterrado no interior do edifício.<br />
O templo encontra-se localizado num local arqueológico conhecido como Abusiris, uma das 14 zonas do país em que o deus egípcio Seth sepultou os pedaços do corpo do seu irmão, o deus Osíris, depois de o assassinar, segundo a antiga mitologia egípcia.<br />
De referir que nos últimos meses foram descobertos um busto de Cleópatra, uma estátua real sem cabeça e 24 moedas com desenhos da rainha.</p>
<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/08/299546.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-634" title="299546" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/08/299546.jpg?w=300&#038;h=187" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p><strong>Descobertas em Sakkara</strong><br />
Um outro grupo de arqueólogos egípcios descobriu em Sakkara, zona sudoeste do Cairo, capital do Egipto, tumbas da época referente ao faraó Ramsés II. No seu interior estariam um sarcófago e fragmentos de uma múmia, segundo Zahi Hawas. “O grupo da Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo descobriu uma grande quantidade de sepulturas em fossas que datam da época de Ramsés II, que reinou entre os anos 1279 e 1212 a.C. O sarcófago, talhado em pedra, foi encontrado numa fossa de 12 metros de profundidade”, acrescentou.<br />
De acordo com o chefe de missão daquele conjunto de arqueólogos, Ola al-Egueizi, aquele sarcófago pertencia a Sekhmet Nefret, da 27ª dinastia (525-405 a.C.), mãe do sacerdote do culto de Mykerinos, rei da quinta dinastia (2494 a.C.) e fundador da terceira pirâmide de Gizé.<br />
Ainda durante a conferência de imprensa, Hawas afirmou que “o facto de ter sido chamado de sacerdote de Mykerinos, apesar da diferença de cerca de dois mil anos entre a época de Sekhmet Nefret e o reino daquele, significa que os egípcios continuaram a profetizar um culto ao rei muito após a sua morte”.<br />
A fossa onde aconteceram as descobertas mede dois metros de comprimento e metro e meio de largura, além de possuir várias cavidades com profundidades que oscilam entre os sete e 30 metros.<br />
“Estas sepulturas indicam que a tumba construída durante a 19ª dinastia também foi utilizada em épocas seguintes”, avançou Egueizi.</p>
<p><strong>“Arqueologia Egípcia”<br />
</strong> “Arqueologia Egípcia” é a expressão utilizada para designar o estudo de vestígios da cultura material do passado do Egipto. Ainda que se pense muitas vezes o contrário, a arqueologia egípcia não compreende apenas a era faraónica, estudando, também, os períodos pré-dinásticos e os de dominação árabe. A arqueologia clássica também é estudada, mas apenas os períodos de domínio grego e romano.<br />
As pesquisas arqueológicas neste país do Norte de África acompanharam o desenvolvimento da arqueologia como ciência e recebeu na sua “comunidade” alguns dos mais notáveis profissionais da área. Estes, além do uso de fontes documentais disponíveis (hieróglifos egípcios, textos/cartas diplomáticas), contam com o uso da iconografia para retirarem conclusões sobre os vários materiais descobertos. As escavações são, ainda, a forma mais conhecida de pesquisa, no que diz respeito à arqueologia.<br />
Actualmente, as autorizações para pesquisas arqueológicas no Egipto são dadas pelo Conselho Supremo de Antiguidades, órgão ligado ao ministério da Cultura.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/632/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=632&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Arqueologia &#8211; Egipto: encontrada tumba com mais de 4000 anos que mantém intactas as suas cores originais</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 11:18:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cerca de 25 quilómetros a sul do Cairo, a capital do Egipto, foi encontrada uma tumba com mais de 4000 anos que mantém bem vivas as cores das pinturas e dos hieróglifos gravados na pedra. O chefe do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, Zahi Hawass, indicou que “são as cores mais incríveis alguma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=629&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/07/35378_143189202361565_100000114583014_439477_1540227_n.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-630" title="35378_143189202361565_100000114583014_439477_1540227_n" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/07/35378_143189202361565_100000114583014_439477_1540227_n.jpg?w=300&#038;h=217" alt="" width="300" height="217" /></a>A cerca de 25 quilómetros a sul do Cairo, a capital do Egipto, foi encontrada uma tumba com mais de 4000 anos que mantém bem vivas as cores das pinturas e dos hieróglifos gravados na pedra.</div>
<div></div>
<div>O chefe do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, Zahi Hawass, indicou que “são as cores mais incríveis alguma vez encontradas numa tumba”, cita um repórter da EFE que se deslocou ao local.</p>
<p>Na tumba estão os restos mortais de dois altos funcionários da V dinastia faraónica (2500-2350 a.C.), pai e filho.</p></div>
<div></div>
<div>O mais extraordinário é que a porta que permite a entrada para o túmulo do filho, Jonso, sepultado numa sala adjacente à do pai, e o umbral através do qual &#8211; acreditavam os egípcios &#8211; a alma do defunto entrava no mundo dos mortos, estão ambos pintados com uns tons de rosa, amarelo, vermelho, azul e preto que, ainda hoje &#8211; 4200 anos depois &#8211; permanecem bem vivos.</div>
<div>
“A tumba do filho, Jonso, é única e incrível”, explicou Zahi Hawass, acrescentando que na “porta falsa” há um “altar sacrificial” no qual foi representado Jonso “em distintas posturas nas quais se evidencia a beleza” das cores. “Uma beleza que possivelmente nunca antes tinha sido encontrada noutra tumba”, indicou o mesmo especialista.</p>
<p>Estes sepulcros “formam parte de um enorme cemitério que foi descoberto recentemente na zona de Saqara por uma missão arqueológica egípcia que trabalha na área desde 1988”, explicou ainda Hawas.</p></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/629/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=629&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Novos dados sobre Tutankhamon</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:10:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje cientistas descobriram novos dados sobre um dos maiores Faraós do Egipto, Tutankhamon. Como podemos ver pela foto, mostra os pés do jovem faraó Tutankamon, cujo corpo está exposto num túmulo no Vale dos Reis, Egipto. De acordo com um estudo genético realizado em 16 múmias daquela época, entre as quais a do próprio Tutankamon, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=625&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/02/thumbs-sapo-pt.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-626" title="thumbs.sapo.pt" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2010/02/thumbs-sapo-pt.jpg?w=645" alt=""   /></a> Hoje cientistas descobriram novos dados sobre um dos maiores Faraós do Egipto, Tutankhamon.</p>
<p>Como podemos ver pela foto, mostra os pés do jovem faraó Tutankamon, cujo corpo está  exposto num túmulo no Vale dos Reis, Egipto. De acordo com um estudo  genético realizado em 16 múmias daquela época, entre as quais a do  próprio Tutankamon, o rapaz-faraó terá morrido de malária. O estudo  revela ainda que Tutankamon sofria de uma doença óssea, a doença de  Köhler, tinha lábio leporino e pé boto.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/625/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=625&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Calendário Maya</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 19:23:26 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Outras Civilizações]]></category>
		<category><![CDATA[maya;calendariomaya]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente é um tema muito falado,devido ao facto de o filme  recente, de nome &#8221; 2012 &#8221; tratar-se de uma previsão que o mundo acabará em 2012, sem deixar vestígios como podem ver no trailer em baixo. O Calendário Maya é um sistema de calendários e alamaneques distintos, muito usados pelos usados pela civilização Maia da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=610&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente é um tema muito falado,devido ao facto de o filme  recente, de nome &#8221; 2012 &#8221; tratar-se de uma previsão que o mundo acabará em 2012, sem deixar vestígios como podem ver no trailer em baixo.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/2009/12/23/calendario-maya/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Hz86TsGx3fc/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/12/calendario1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-612" title="calendario" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/12/calendario1.jpg?w=150&#038;h=150" alt="" width="150" height="150" /></a>O <strong>Calendário Maya</strong> é um sistema de calendários e alamaneques distintos, muito usados pelos usados pela civilização Maia da Mesoamérica pré Colombiana, como também por algumas comunidades mais modernas dos altos planaltos de Guatemala. Estes calendários podem ser sincronizados e interligados, as suas combinações dão origem a ciclos adicionais mais extensos. Os fundamentos dos calendários maias baseiam-se num sistema que era de uso comum na região, datando pelo menos do séc.VI a.C.</p>
<p>Em muitos aspectos em comum com calendários empregados por outras civilizações mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e olmecas, e algumas civilizações suas contemporâneas ou posteriores, como o dos mixtecas e o dos astecas. Apesar de o calendário mesoamericano não ter sido criado pelos maias, as extensões e refinamentos por eles efetuados foram os mais sofisticados. Junto com os dos astecas, os calendários maias são os que estão melhor documentados e compreendidos.</p>
<h2><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Conceito Maia do tempo</span></em></strong></h2>
<p>Com o desenvolvimento do calendário da contagem longa e sua notação posicional (que se acredita herdada de outras culturas mesoamericanas), os maias tinham um sistema elegante no qual os eventos podiam ser registrados de forma linear uns relativamente aos outros, e também com respeito ao próprio calendário (&#8220;tempo linear&#8221;). Em teoria, este sistema pode ser estendido para delinear qualquer extensão de tempo desejado, simplesmente aumentando o número de marcadores de maior ordem usados (gerando assim uma sequência crescente de múltiplos de dias, cada dia na sequência identificado univocamente por seu número da contagem longa).</p>
<p>Na prática, a maioria das inscrições maias da contagem longa limitam-se em registrar somente os primeiros 5 coeficientes neste sistema (uma contagem <em>b&#8217;ak&#8217;tun</em>), que era mais do que adequado para expressar qualquer data histórica ou atual (20<em>b&#8217;ak&#8217;tuns</em> são equivalentes a cerca de 7885 anos solares). Mesmo assim, existem inscrições que apontavam ou implicavam sequências maiores, indicando que os maias compreendiam bem uma concepção linear do tempo (passado-presente-futuro).</p>
<p>Contudo, e em comum com outras sociedades mesoamericanas, a repetição dos vários ciclos calendáricos, os ciclos naturais de fenômenos observáveis, e a recorrência e renovação da imagética de morte-renascimento em suas tradições mitológicas eram influências importantes e ominpresentes nas sociedades maias. Esta visão conceitual, em que a &#8220;natureza cíclica&#8221; do tempo é destacada, era preeminente, e muitos rituais estavam ligados à conclusão e recorrência dos vários ciclos. Como as configurações particulares do calendário eram novamente repetidas, também o eram as influências &#8220;sobrenaturais&#8221; a que elas estavam associadas. Desta forma, cada configuração particular do calendário tinha um &#8220;caráter&#8221; específico, que influenciaria o dia que exibia tal configuração. <a title="Divinação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Divina%C3%A7%C3%A3o">Divinações</a>poderiam então ser feitas a partir dos augúrios associados com uma certa configuração, uma vez que os eventos em datas futuras seriam sujeitos às mesmas influências conforme as datas correspondentes de ciclos prévios. Eventos e cerimônias eram marcados para coincidir com datas auspiciosas, e evitar as inauspiciosas.</p>
<p>O final de ciclos de calendário significativos (&#8220;finais de período&#8221;), como um ciclo k´atun, geralmente eram marcados pela ereção e dedicação de monumentos específicos (principalmente inscrições em estelas, mas algumas vezes complexos de pirâmides gêmeas como as de Tikal e Yaxha), comemorando o final, acompanhado por cerimônias dedicatórias.</p>
<p>Uma interpretação cíclica também é notada nos mitos de criação maias, em que o mundo atual e os humanos nele foram precedidos por outros mundos (de um a cinco outros, dependendo de onde vem a tradição) que foram feitos de várias formas pelos deuses, mas subsequentemente destruídos.</p>
<h2><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Calendário Tzolk´in<br />
</span></p>
<p></em></strong><strong><em><span style="font-style:normal;font-weight:normal;font-size:13px;"><a href="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/12/calendario3.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-621" title="calendario" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/12/calendario3.jpg?w=1024&#038;h=518" alt="" width="1024" height="518" /></a>O tzolk´in (na ortografia maia moderna , também escrito <em>tzolkin</em>) é o nome comumente empregado pelos estudiosos da civilização maia para o Ciclo Sagrado Maia ou calendário de 260 dias. A palavra<em>tzolk&#8217;in</em> é um neologismo cunhado na língua maia iucateque que significa &#8220;contagem de dias&#8221;. Os vários nomes deste calendário usados pelos povos maias pré-colombianos ainda são debatidos pelos estudiosos. O calendário asteca equivalente foi chamado <strong>tonalpohuali</strong>, na língua naúatale.</span></em></strong></h2>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/610/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=610&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Petra, Um Lugar Misterioso</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 13:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hascencao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[  Petra (do grego &#8221;petrus&#8221;, pedra; árabe: البتراء, al-Bitrā) é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada uma das Novas sete maravilhas do mundo. História Antecedentes A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=596&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-597" title="450px-khazneh" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/01/450px-khazneh.jpg?w=225&#038;h=300" alt="450px-khazneh" width="225" height="300" /></strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Petra</strong> (do <a title="Lingua grega" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega">grego</a> &#8221;petrus&#8221;, <em>pedra</em>; <a title="Lingua árabe" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_%C3%A1rabe">árabe</a>: البتراء, <em>al-Bitrā</em>) é um importante <a title="Enclave" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Enclave">enclave</a> arqueológico na <a title="Jordânia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jord%C3%A2nia">Jordânia</a>, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do <a title="Mar Morto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mar_Morto">Mar Morto</a> ao <a class="mw-redirect" title="Golfo de Aqaba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Golfo_de_Aqaba">Golfo de Aqaba</a>. Em <a title="7 de Julho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_Julho">7 de Julho</a> de <a title="2007" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007">2007</a> foi considerada uma das <a title="Novas sete maravilhas do mundo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novas_sete_maravilhas_do_mundo">Novas sete maravilhas do mundo</a>.</p>
<h2>História</h2>
<h3><span class="mw-headline"><span style="text-decoration:underline;">Antecedentes</span></span></h3>
<p>A região onde se encontra <strong>Petra</strong> foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos <a title="Edom" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edom">Edomitas</a>, recebendo o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos <a title="Israel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Israel">israelitas</a>, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo <a class="mw-redirect" title="Império persa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_persa">império persa</a>. Importante rota comercial entre a <a class="mw-redirect" title="Peninsula Arábica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pen%C3%ADnsula_Ar%C3%A1bica">Península Arábica</a> e <a class="mw-redirect" title="Damasco (cidade)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Damasco_(cidade)">Damasco</a> (<a title="Siria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADria">Síria</a>) durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos <a title="Nabateus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nabateus">Nabateus</a>(uma das tribos árabes), o que forçou os <a title="Edom" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edom">Edomitas</a> a mudarem-se para o sul da <a title="Palestina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palestina">Palestina</a>.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Fundação</span></strong></p>
<p>O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos <a title="Nabateus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nabateus">Nabateus</a> no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos <a class="mw-redirect" title="Selêucidas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sel%C3%AAucidas">Selêucidas</a> e dos<a class="mw-redirect" title="Ptolomaicos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ptolomaicos">Ptolomaicos</a>, Petra e a região envolvente floresceram material e culturalmente, graças ao aumento das trocas comerciais pela fundação de novas cidades: Rabbath &#8216;Ammon (a moderna <a title="Amã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A3">Amã</a>) e Gerasa (actualmete Jerash).</p>
<p>Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controlo das rotas de <a title="Comércio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Com%C3%A9rcio">comércio</a> entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de <a class="mw-redirect" title="Especiarias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Especiarias">especiarias</a>, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de <a title="Aqaba" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Aqaba">Aqaba</a> e as de cidades de Damasco e <a title="Palmira (Siria)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmira_(S%C3%ADria)">Palmira</a>.</p>
<p>O estilo arquitectónico dos Nabateus, de influência greco-romana e oriental, revela a sua natureza activa e cosmopolita. Este povo acreditava que Petra se encontrava sob a protecção do deus <em>dhû Sharâ</em> (<em>Dusares</em>, em <a title="Lingua grega" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_grega">grego</a>).</p>
<p> </p>
<h3><span class="mw-headline"><span style="text-decoration:underline;">Época Romana</span></span></h3>
<p>Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general <a title="Pompeu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pompeu">Pompeu</a> e anexados ao <a title="Império Romano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano">Império Romano</a>, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos <a title="Hebreus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hebreus">Hebreus</a>. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.</p>
<p>No entanto, em 106 d.C., <a title="Trajano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Trajano">Trajano</a> retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controlo directo de Roma (<a title="Arábia Pétrea" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ar%C3%A1bia_P%C3%A9trea"><em>Arábia Petrae</em></a>). <a title="Adriano" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adriano">Adriano</a>, seu sucessor, rebaptizou-a de <em>Hadriana Petrae</em>, em honra de si próprio.</p>
<h3><span class="mw-headline"><span style="text-decoration:underline;">Época Bizantina</span></span></h3>
<p>Em 313 d.C., o <a title="Cristianismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo">Cristianismo</a> converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, <a title="Constantino" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constantino">Constantino</a> fundou o <a title="Império Bizantino" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Bizantino">Império Bizantino</a>, com capital em Constatinopla (actual <a title="Istambul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Istambul">Istambul</a>).</p>
<p>Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até 363, ano em que um <a class="mw-redirect" title="Terramoto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terramoto">terramoto</a> destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios &#8220;antigos&#8221; foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.</p>
<p>Em 551, um segundo terramoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo. Petra não se conseguiu recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.</p>
<p> </p>
<h3><span class="mw-headline"><span style="text-decoration:underline;">Redescoberta de Petra</span></span></h3>
<p>As ruínas de Petra foram objecto de curiosidade a partir da <a title="Idade Média" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">Idade Média</a>, atraíndo visitantes como o sultão Baybars do <a class="mw-redirect" title="Egipto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Egipto">Egipto</a>, no princípio do <a title="Século XIII" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIII">século XIII</a>. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi <a title="Johann Ludwig Burckhardt" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Ludwig_Burckhardt">Johann Ludwig Burckhardt</a> (<a title="1812" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1812">1812</a>), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por <a class="new" title="Ernst Brünnow (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ernst_Br%C3%BCnnow&amp;action=edit&amp;redlink=1">Ernst Brünnow</a> e <a class="new" title="Alfred von Domaszewski (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alfred_von_Domaszewski&amp;action=edit&amp;redlink=1">Alfred von Domaszewski</a>, publicado na sua obra <em>Die Provincia Arabia</em> (<a title="1904" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1904">1904</a>).</p>
<h3><span class="mw-headline"><span style="text-decoration:underline;">Petra nos dias de hoje</span></span></h3>
<p>A <a title="6 de Dezembro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/6_de_Dezembro">6 de Dezembro</a> de <a title="1985" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1985">1985</a>, Petra foi reconhecida como <a class="mw-redirect" title="Património da Humanidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Patrim%C3%B3nio_da_Humanidade">Património da Humanidade</a> pela <a class="mw-redirect" title="UNESCO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UNESCO">UNESCO</a>.</p>
<p>Em <a title="2004" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2004">2004</a>, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa <a title="Inglaterra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra">inglesa</a> para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.</p>
<p>A <a title="7 de Julho" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/7_de_Julho">7 de Julho</a> de <a title="2007" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007">2007</a>, foi eleita em <a title="Lisboa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa">Lisboa</a>, no <a title="Estádio da Luz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A1dio_da_Luz">Estádio da Luz</a> uma das <a title="Novas sete maravilhas do mundo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Novas_sete_maravilhas_do_mundo">Novas sete maravilhas do mundo</a>.</p>
<p> </p>
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		<item>
		<title>Leptis Magna &#8211; O Império Romano em Àfrica</title>
		<link>http://fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/2009/01/10/leptis-magna-o-imperio-romano-em-africa/</link>
		<comments>http://fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/2009/01/10/leptis-magna-o-imperio-romano-em-africa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 23:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hascencao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Monumentos Mundiais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/?p=577</guid>
		<description><![CDATA[Uma das maravilhas de Àfrica são as ruínas de Lepcis Magna&#8230; São alguns dos vestígios que os Romanos deixaram pelo mundo&#8230; Vamos então ver algumas das suas características: Leptis Magna é uma cidade em ruínas que se situa na Líbia, em Al-Khums. OS SEUS FUNDADORES Pelo que se pensa, a Cidade terá sido criada eventualmente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=577&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-579" title="leptis_magna_theatre" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/01/leptis_magna_theatre.jpg?w=300&#038;h=198" alt="leptis_magna_theatre" width="300" height="198" /></p>
<p>Uma das maravilhas de Àfrica são as ruínas de Lepcis Magna&#8230; São alguns dos vestígios que os Romanos deixaram pelo mundo&#8230; Vamos então ver algumas das suas características:</p>
<p><strong>Leptis Magna é </strong>uma cidade em ruínas que se situa na Líbia, em Al-Khums.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">OS SEUS FUNDADORES</span></strong></p>
<p>Pelo que se pensa, a Cidade terá sido criada eventualmente por colonos Felícios na época de 1100 a.C. Pertenceu ao Estado de Cartago  até á segunda guerra púnica. Por volta de 146 a.C. foi anexada á república Romana.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>PERÍODO ROMANO -  O SEU AUGE E O SEU DECLÍNIO</strong></span></p>
<p>Leptis Magna voltou a renascer durante o Período Romano, altura em que a cidade foi incorporada no império como sendo uma parte da Província Romana de Àfrica. Desde essa altura, passou a ser a 3ª cidade mais importante de Àfrica. O seu grande auge foi furante o reinado do Imperador Septímio Severo sendo que ele favoreceu a sua cidade e patrocinou o seu estilo em grande escala.</p>
<p>Por volta do Séc. III , houve um declínio do comércio Romano e então, devido a isso a grande importância de Leptis Magna, decresceu, sendo que mais tarde as partes mais importantes foram abandonadas.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>A MORTE E A DESTRUIÇÃO DA CIDADE</strong></span></p>
<p>Devido á invasão árabe, o processo de declínio de <strong>Leptis Magna </strong> avançou mais depressa que o que se esperava. A desolação em geral era muito grande e  invadiu Leptis. Com o seguir dos anos, Leptis passou a ser uma fonte de lucro. Inúmeras coisas, nomeadamente,  Mármores de Versalhes foram sendo retiradas. Em 1920, Leptis passou a ser escavada , de forma a que durante alguns anos foi uma fonte de riqueza para eles.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/577/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=577&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ilha de Ascensão</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 16:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hascencao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades / Ilhas do mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ilha de Ascensão é uma pequena ilha que se situa no Oceano Atlântico. È muito isolada do seu vizinho mais próximo, Santa Helena, que tem cerca de 1300 km para sudeste, ao longo da Costa da Libéria. A SUA DESCOBERTA Foi descoberta em 1501 por Galego João da Nova. Diz -se que também terá descoberto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=570&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-571" title="ilha-de-ascensao" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2009/01/ilha-de-ascensao.jpg?w=300&#038;h=225" alt="ilha-de-ascensao" width="300" height="225" />A Ilha de Ascensão é uma pequena ilha que se situa no Oceano Atlântico. È muito isolada do seu vizinho mais próximo, <strong>Santa Helena, </strong>que<strong> t</strong>em cerca de 1300 km para sudeste, ao longo da Costa da Libéria.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">A SUA DESCOBERTA</span></strong></p>
<p>Foi descoberta em 1501 por Galego João da Nova. Diz -se que também terá descoberto a Ilha de Ascensão , a meio da viagem para descobrir a ìndia. Nessa mesma viagem também descobriu a Ilha de Santa Helena.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ORIGEM DO SEU NOME</span></strong></p>
<p>O seu nome é originário devido ao facto de Afonso de Albuquerque no dia de Ascensão, na data de 1505.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">COLONIZAÇÃO</span></strong></p>
<p><strong>Portugal</strong>  nunca colonizou a ilha, só vindo a ser ocupada em 1815 pela marinha inglesa. A ilha possui um aeroporto com pista de 3300m, pertencente a Royal Air Force One, e tem o nome de  <strong>RAF Ascension Island</strong>.</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">A SUA GEOGRAFIA</span></strong></p>
<p><strong><span><span style="font-weight:normal;">A ilha principal tem uma área de aproximadamente 91 km ². Um pico vulcânico que aumenta de somente alOeste do Espinhaço Meio-atlântico, a maior parte da ilha é um solo improdutivo de fluxos de lava e cones de cinza; nada menos que quarenta e quatro crateras distintas foram identificadas. Enquanto a ilha foi estéril com poucas fábricas tão recentemente como em 1843, a Montanha Verde de Ilha de Ascensão é agora uma das poucas florestas planejadas amplas, e está crescendo gradualmente com cada ano. O seu ponto mais alto está em 2,817 pés (859 m). </span></span></strong></p>
<p><strong><span><span style="font-weight:normal;">Da costa do Leste da Ascensão é a ilha muito pequena da Ilha de Contramestre de Barco Bird. Ele é um porto de pássaros do mar, escapar dos ratos, gatos e gente que veio à Ilha de Ascensão da Europa e a África. Depois de uma campanha próspera encabeçada pela Sociedade Real da Proteção de Pássaros, a ilha principal foi declarada em 2006 sem gatos ferazes, e os pássaros do mar estão aninhando-se mais uma vez agora na Ilha de Ascensão. O clima de ascensão é tropical, com temperaturas na costa nos limites de aproximadamente 68 para 88 graus Fahrenheit (20–31 °C), e aproximadamente 10 geladeira de graus no ponto mais alto. As chuvas de chuva podem ocorrer em qualquer momento durante o ano, mas tendem a ser mais pesadas entre Janeiro e Abril.</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ECONOMIA</span></strong></p>
<p><strong><span><span style="font-weight:normal;">A atividade económica principal na ilha é centrada nas bases militares no Aeródromo de Olhos Abertos, a propriedade MOD e as facilidades são dirigidas pelo abastecedor de suporte de infraestrutura Interservem à defesa. O Serco dirige os serviços de aeroporto com Sodexho que fornece fornecimento e facilidades domésticas. Uma antiga característica da Ascensão foi um navio-tanque de 70,000 toneladas permanentemente amarrava no mar alto que foi feito funcionar por Maersk como uma facilidade de combustível de volume. Em Dezembro de 2002, foi substituído por um Armazém de Provisão de Petróleo terrestre embaixo da gerência militar.</span></span></strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>TURISMO E A INDÙSTRIA</strong></span></p>
<p><span><strong><span style="font-weight:normal;">O item de exportação principal é batidas de pé de franquia postal de Ilha de Ascensão, primeiro emitidas em 1922. Tipicamente cinco para seis jogos de batidas de pé são emitidos cada ano. Até há pouco, o turismo foi não existente por causa da inacessibilidade da ilha para transportar, a ausência da acomodação de hóspede e as permissões restritivas necessitadas para a entrada. A viagem aérea limitada, contudo, foi posta à disposição nos últimos anos ao público por RAF e o Hotel de Obsidiana em Georgetown em conjunto com um número de casas de campo de hóspede que foram abertas. Todos os visitantes devem obter uma licença de entrada antes da viagem.</span></strong></span></p>
<p><span><strong><span style="font-weight:normal;">A pesca como desporto é a atracção principal de muitos dos visitantes. A Ilha também mostra o que foi uma vez oficialmente o pior curso de golfe no mundo. Localizado entre os acordos de Duas aldeia de Barcos e o Georgetown, o curso tem 18 buracos e as verduras são de fato &#8216;browns&#8217;, uma referência para a areia e mistura de óleo usada para fazê-los.<br />
</span></strong></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/fronteirasdodesconhecido.wordpress.com/570/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=570&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Taj Mahal</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 18:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hascencao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Monumentos Mundiais]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O Taj Mahal é um mausoléu que se situa em Agra, numa das mais conhecidas cidades da Índia. Recentemente foi nomeado como sendo uma das 7  maravilhas do Mundo. A SUA ORIGEM Começou a ser construída em 1630, e para isso foram levados para lá 22 mil homens para trabalharem noite e dia  para que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fronteirasdodesconhecido.wordpress.com&amp;blog=4639100&amp;post=494&amp;subd=fronteirasdodesconhecido&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr">
<div dir="ltr"><span lang="EN"><span style="font-size:x-small;"><img class="alignleft size-medium wp-image-495" title="728px-taj_mahal_in_march_2004" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2008/12/728px-taj_mahal_in_march_2004.jpg?w=300&#038;h=247" alt="728px-taj_mahal_in_march_2004" width="300" height="247" /></span></span></div>
</div>
<div dir="ltr"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--> <!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--> <span>O <strong>Taj Mahal </strong>é um mausoléu que se situa em Agra, numa das mais conhecidas cidades da Índia. Recentemente foi nomeado como sendo uma das 7  maravilhas do Mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span>A SUA ORIGEM</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:5pt;line-height:normal;"><span>Começou a ser construída em 1630, e para isso foram levados para lá 22 mil homens para trabalharem noite e dia  para que em 1652  ela estivesse completamente acabada.O seu nome deriva de uma bela história de amor, uma das mais bonitas que o mundo já presenciou&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>O nome do palácio é Mumtaz Mahal, que significa &#8221; A  jóia do palácio&#8221; . Ela morreu ao dar á luz o seu 14º filho, sendo que o imperador Shan Jahan mandou construir sobre o seu tumulo o palácio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span>A SUA CONSTITUIÇÃO</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>Em grande parte do Taj Mahal , existem transcrições do corão em várias partes. A sua cúpula é feita de fios de ouro tal como lápis &#8211; lazúli. Todo o edíficio é flanquedo por 2 mesquitas e é cercado por 4 minaretes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span>A SUA HISTÓRIA</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span><br />
</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>O Imperador Shah Jahan foi um mecenas, teve quase sempre recursos ilimitados. Sob a sua tutela, construíram -se os palácios e os Jardins de Shalimar que se situam em Lahore.  Mumtaz Mahal deu á luz 14 filhos, mas quando estava  ter o seu 14º filho, morreu durante o parto.  Quase como que  logo de seguida,  ele mandou construir o Taj Mahal como que uma prova do seu amor por ela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>Shah Jahan adoeceu gravemente quando o Taj Mahal estava perto de ser acabado, e  o seu filho Shah Shuja sucedeu lhe e tornou-se imperador de Bengala. Até que houve uma altura em que ele caíu no leito da vida, e então, Aurangzeb permitiu que ele pudesse viver os seus últimos tempos de vida no Forte de Agra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>Dali ele via o Taj Mahal todos os dias olhava para lá para relembrar o seu eterno amor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>Em 1966, Shah Jahan morreu e depois de isto, Aurangzeb sepultou-o junto ao mausoléo, junto á sua esposa, ao seu eterno amor. Estavamos nos finais do séc. XIX, o Taj Mahal encontrava -se em deterioração , devido ao facto de durante anos ter havido falta de manutenção.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span>Durante anos foi sendo destruído pouco a poucos pequenos pormenores do palácio, nomeadamente,  soldados britânicos em 1857 , arrancaram as pedras que estavam embutidas nas paredes , etc. No ano de  1980, Lord Curzon mandou restaurar o Taj Mahal, onde também decidiu incluir o candelabro da câmara interior. Também os jardins sofreran grandes remodelações, ficando um pouco ao estilo dos jardins ingleses. Em 1933, a UNESCO nomeou o <strong>Tah Mahal </strong>como sendo Património Mundial da UNESCO. Nos dias que correm é  um destinos turísicos mais conhecidos de sempre.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>DESENHO ESTRUTURA</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">Estes são os elementos principais que constituem o Taj Mahal. Vamos então analisar a seguinte imagem:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><img class="alignleft size-medium wp-image-535" title="cform_taj_mahal" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2008/12/cform_taj_mahal.png?w=235&#038;h=147" alt="cform_taj_mahal" width="235" height="147" /><strong> 1- </strong>Finial</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong>2-</strong> Decorações de Lótus</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong>3- </strong>Amrud</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong>4-</strong> Tambor</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong> 5-</strong> Guldasta</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong> 6-</strong> Chattri</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong> 7-</strong> Cenefas</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong> 8-</strong> Caligrafia</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong> 9-</strong> Arcadas ou Portais</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong> 10-</strong> Dados</p>
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<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>OS JARDINS Á VOLTA DO  TAJ MAHAL</strong></span></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><img class="alignleft size-medium wp-image-542" title="dernier_rouleau_007" src="http://fronteirasdodesconhecido.files.wordpress.com/2008/12/dernier_rouleau_007.jpg?w=194&#038;h=145" alt="dernier_rouleau_007" width="194" height="145" />Os jardins á sua volta têm um chahar bagh , que tem o comprimento de 320 x 300 metros. À sua existem canteiros de flores, caminhos mais elevados, cursos de água e inúmeros pilares.  Cada uma das secções do Jardim é formada por 16 canteiros de flores, e com um tanque central feito de mármore.</p>
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<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><span><br />
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